4º ANO - I BIMESTRE

 


Gênero textual - Poema

Leia o texto e responda

Poema – Minha vida é uma viagem

Minha vida é uma viagem,
com caminhos pra seguir,
cada passo que eu dou
me ensina a descobrir.
---

Na mochila levo sonhos,
esperança e emoção,
às vezes vem tempestade,
mas também vem o solzão.
---

Tem estrada com risadas,
tem subida e também dor,
mas aprendo a cada dia
a caminhar com mais amor.
---

Conheci amigos novos
em lugares que passei,
guardei boas lembranças
de tudo o que encontrei.
---

Quando erro, eu não paro,
respiro e sigo então,
pois toda curva da estrada
ensina uma lição.
---

Minha vida é viagem longa,
cheia de cor e direção,
e o mapa dessa aventura
bate forte no coração.

Questão 1. Quantos versos formam a primeira estrofe do poema?
A) 2 versos
B) 3 versos
C) 4 versos
D) 6 versos

Questão 2. No poema, a expressão “Na mochila levo sonhos” significa que o eu lírico:
A) carrega brinquedos na mochila
B) leva desejos e esperanças para a vida
C) viaja para a escola todos os dias
D) guarda roupas para uma viagem

Questão 3. A palavra “solzão”, no poema, indica:
A) um dia muito frio
B) um sol fraco
C) um sol forte e alegre
D) uma noite escura

Questão 4. O que podemos entender quando o texto diz: “toda curva da estrada ensina uma lição”?
A) A estrada é perigosa.
B) Cada experiência da vida traz aprendizado.
C) Viajar é difícil.
D) O personagem está perdido.

Questão 5. Qual alternativa apresenta um exemplo de verso do poema?
A) Minha vida é uma viagem
B) Poema sobre a vida
C) Estrada de aventuras
D) Histórias de viagem

Questão 6. O poema fala principalmente sobre:
A) uma viagem de avião
B) brincadeiras entre amigos
C) a vida comparada a uma viagem cheia de aprendizados
D) um passeio turístico

Questão 7. Em qual alternativa a palavra apresenta o sufixo -EIRO ou -EIRA?
A) CASA
B) PIPOQUEIRO
C) MENINO
D) FLOR

Questão 8. A palavra “PADEIRA” indica:
A) Um lugar onde se vende pão
B) Uma pessoa que trabalha fazendo pão
C) Um tipo de alimento
D) Uma ferramenta de cozinha
D) um passeio turístico

Gênero textual - Fábula

A Coruja, o Coelho e a Turma da Floresta

Na Escola da Floresta, todos os animais estudavam juntos. A professora era uma coruja muito sábia, chamada Dona Olívia. Ela ensinava com paciência e sempre dizia:
— Aprender também é saber respeitar.

Entre os alunos havia um coelho chamado Léo. Ele era rápido para correr, mas não gostava muito de ouvir os outros. Muitas vezes falava enquanto a professora explicava e ria quando algum amigo errava.

Um dia, Dona Olívia pediu que cada aluno ajudasse o colega a resolver uma atividade. Léo ficou impaciente e disse:
— Eu termino sozinho mais rápido!

Ao tentar fazer tudo sem ajuda, o coelho se confundiu e errou várias respostas. Enquanto isso, os outros animais conversavam com calma e se ajudavam.

Percebendo o que aconteceu, a professora explicou:
— Quem respeita o professor aprende melhor. Quem respeita os amigos nunca caminha sozinho.

Léo abaixou as orelhas e ficou pensativo. Depois, pediu desculpas aos colegas e decidiu ouvir mais e ajudar quando pudesse. Com o tempo, a turma ficou mais unida, e o coelho descobriu que aprender junto era muito mais divertido.

Desde aquele dia, na Escola da Floresta, todos lembravam que o respeito faz o conhecimento crescer, como uma árvore forte que recebe cuidado de muitos lados.

Moral da história: Respeitar professores e amigos torna o aprendizado mais fácil e feliz.

Questão 9. Quem era a professora da Escola da Floresta?
A) Uma raposa chamada Clara
B) Uma coruja chamada Dona Olívia
C) Uma tartaruga chamada Lila
D) Uma coelha chamada Ana

Questão 10. O que o coelho Léo costumava fazer durante as aulas?
A) Ajudava todos os colegas
B) Prestava muita atenção
C) Falava enquanto a professora explicava
D) Ficava sempre em silêncio

Questão 11. A expressão “Léo abaixou as orelhas” indica que ele ficou:
A) Feliz
B) Arrependido
C) Bravo
D) Distraído

Questão 12. O que aconteceu quando Léo tentou fazer a atividade sozinho?
A) Terminou mais rápido que todos
B) Ficou sem fazer a tarefa
C) Acertou tudo sozinho
D) Se confundiu e errou respostas

Questão 13. A principal lição da fábula é que:
A) Estudar sozinho é melhor
B) Correr rápido é importante
C) O respeito ajuda no aprendizado
D) Só o professor deve falar

Questão 14. Uma característica importante da fábula presente no texto é:
A) Presença de animais que ensinam uma lição
B) Uso de rimas em todos os versos
C) História baseada em fatos reais
D) Texto escrito em forma de poema

Questão 15. Leia o texto e complete corretamente:

Na loja da floresta, o coelho precisava ______ os brinquedos antes da venda. Como estava com pressa, ele não queria ______ o trabalho.

A) APREÇAR – APRESSAR
B) APRESSAR – APREÇAR
C) APREÇAR – APREÇAR
D) APRESSAR – APRESSAR

Questão 16. Leia o texto e complete corretamente:

Na aula de culinária, eu ______ o pão no forno. Depois, o ferreiro mostrou uma barra de ______ para a turma.

A) AÇO – ASSO
B) ASSO – AÇO
C) ASSO – ASSO
D) AÇO – AÇO

Questão 17. Leia o texto e complete corretamente:

O jardineiro podou o ______ do jardim, enquanto o médico explicou que o ______ faz parte do sistema digestivo.

A) BUCHO – BUXO
B) BUXO – BUCHO
C) BUXO – BUXO
D) BUCHO – BUCHO

Questão 18. Leia o texto e complete corretamente:

O fazendeiro precisou ______ a grama do campo. Já o sol forte pode ______ os olhos se não houver proteção.

A) CEGAR – SEGAR
B) SEGAR – CEGAR
C) SEGAR – SEGAR
D) CEGAR – CEGAR

Questão 19. Leia o trecho:

“Na Escola da Floresta, todos os animais estudavam juntos.”

Por que deve haver vírgula após “Na Escola da Floresta”?
A) Porque separa uma expressão que indica lugar no início da frase.
B) Porque separa o sujeito do verbo.
C) Porque toda frase precisa de vírgula.
D) Porque indica o final da frase.

Questão 20. Leia o trecho:

“A professora era uma coruja muito sábia, chamada Dona Olívia.”

Por que a vírgula pode ser usada antes de “chamada Dona Olívia”?
A) Para separar uma explicação sobre quem é a professora.
B) Para separar o verbo do restante da frase.
C) Para indicar uma pergunta.
D) Para mostrar que a frase terminou.

Questão 21. Leia o trecho:

“Com o tempo, a turma ficou mais unida.”

Por que se usa vírgula depois de “Com o tempo”?
A) Porque separa uma expressão que indica tempo no início da frase.
B) Porque separa o sujeito do predicado.
C) Porque a frase está muito longa.
D) Porque é uma regra só para histórias.

Questão 22. Leia o trecho:

“O respeito faz o conhecimento crescer, como uma árvore forte.”

Por que a vírgula pode ser usada antes da comparação “como uma árvore forte”?
A) Para destacar uma explicação ou comparação que ajuda a entender a ideia.
B) Porque sempre se usa vírgula antes de “como”.
C) Para separar palavras difíceis.
D) Porque o autor quis decorar a frase.

Questão 23. Leia o trecho:

“Léo pediu desculpas aos colegas, decidiu ouvir mais e passou a ajudar.”

Por que a vírgula deve aparecer depois de “colegas”?
A) Para separar ações diferentes que acontecem em sequência.
B) Porque a palavra “colegas” é longa.
C) Para separar o sujeito do verbo.
D) Porque toda pausa na leitura precisa de vírgula.

Gênero textual - Conto

O dia que venci o medo de trovão


Meu nome é Lucas e sempre tive medo de trovão. Quando o céu escurecia e o vento começava a soprar mais forte, meu coração disparava. Eu corria para o quarto, fechava a janela e tapava os ouvidos, esperando tudo passar.

Numa tarde de sábado, eu estava brincando na sala quando ouvi o primeiro barulho forte vindo do céu. As nuvens ficaram cinzas e a chuva começou a cair. Corri para perto da minha avó, que estava sentada na poltrona, tranquila, como se nada estivesse acontecendo.

— Vó, o trovão vai cair aqui? — perguntei, assustado.

Ela sorriu e respondeu com calma:

— O trovão só faz barulho, meu filho. Ele não quer machucar ninguém. É como um tambor anunciando que a chuva chegou.

Fiquei pensando naquilo. Um tambor no céu? Nunca tinha imaginado assim. Mesmo com medo, sentei ao lado dela e tentei escutar a chuva em vez de prestar atenção apenas no barulho forte.

A cada trovão, eu respirava fundo. A avó dizia para contar até cinco e perceber que, depois do som, tudo continuava bem. Aos poucos, minhas mãos pararam de tremer.

Quando a chuva terminou, o céu ficou claro e apareceu um arco-íris pela janela. Senti uma alegria diferente, como se tivesse conquistado algo muito grande.

Naquele dia, descobri que coragem não é não sentir medo, mas enfrentar o medo aos poucos, com ajuda e confiança. Desde então, quando escuto um trovão, ainda me assusto um pouco, mas lembro das palavras da minha avó e sei que sou mais forte do que antes.

Questão 24. Leia o início do conto:

“Meu nome é Lucas e sempre tive medo de trovão.”

Esse trecho mostra que a história é narrada em:
A) Primeira pessoa, pois o personagem conta a própria história.
B) Terceira pessoa, pois alguém observa a história de fora.
C) Segunda pessoa, pois o narrador fala com o leitor.
D) Não há narrador no texto.

Questão 25. Observe o trecho:

“Corri para perto da minha avó, que estava sentada na poltrona, tranquila.”

Sobre a construção dos personagens, podemos afirmar que:
A) Lucas é o personagem principal e a avó ajuda no desenvolvimento da história.
B) A avó é a personagem principal e Lucas aparece pouco.
C) Os trovões são os personagens principais do conto.
D) Não há personagens definidos no texto.

Questão 26. Leia o trecho:

“Meu coração disparava.”

O que essa expressão significa no conto?
A) O personagem começou a correr muito rápido.
B) O personagem ficou assustado e ansioso.
C) O personagem estava com raiva.
D) O personagem estava feliz.

Questão 27. Leia:

“É como um tambor anunciando que a chuva chegou.”

Ao comparar o trovão a um tambor, a avó quis:
A) Dizer que o trovão é perigoso.
B) Mostrar que o som do trovão pode ser entendido de forma menos assustadora.
C) Explicar que existe um tambor no céu.
D) Dizer que a chuva faz música.

Questão 28. Leia o final do conto:

“Descobri que coragem não é não sentir medo, mas enfrentar o medo aos poucos.”

A síntese do desfecho da história é:
A) Lucas continuou com muito medo e não mudou.
B) Lucas aprendeu a enfrentar o medo com calma e ajuda.
C) A chuva ficou mais forte no final.
D) A avó decidiu sair da casa.

Questão 29. Observe o trecho:

“Desde então, quando escuto um trovão, ainda me assusto um pouco, mas lembro das palavras da minha avó.”

O que podemos entender de forma implícita?
A) Lucas nunca mais ouviu trovões.
B) Lucas deixou de gostar da chuva.
C) Lucas amadureceu e aprendeu a lidar melhor com o medo.
D) A avó não conversa mais com ele.

Gênero textual - Adivinha Popular

Bicicleta no Parque

No parque eu vou passear,
sem gasolina pra gastar.
Tenho duas rodas a girar,
e pedalar é meu jeito de andar.

Um menino disse:
— Vou rápido, sem parar!
A amiga respondeu
que era melhor devagar.

Faço exercício e diversão,
ando leve pelo chão.
Se você já descobriu,
diga logo a solução!

O que é, o que é?

Questão 30. Leia o trecho da adivinha:

“Tenho duas rodas a girar,
e pedalar é meu jeito de andar.”

A principal finalidade desse gênero textual é:

A) Contar uma história longa com personagens.
B) Ensinar regras de trânsito.
C) Fazer o leitor pensar para descobrir uma resposta.
D) Dar notícias sobre o parque.

Questão 31. Leia o trecho:

“Um menino disse:
— Vou rápido, sem parar!”

Esse trecho é exemplo de:

A) Discurso indireto, pois o narrador conta o que foi dito.
B) Discurso direto, pois a fala aparece exatamente como foi dita.
C) Narrador observador.
D) Texto informativo.

Questão 32. Observe o trecho:

“A amiga respondeu que era melhor devagar.”

Esse exemplo mostra:

A) Discurso direto, porque usa travessão.
B) Discurso indireto, pois a fala é contada pelo narrador.
C) Uma pergunta ao leitor.
D) Uma rima do poema.

Questão 33. Leia o verso:

“Sem gasolina pra gastar.”

Podemos inferir que o texto fala de algo que:

A) Funciona com combustível.
B) Precisa de energia elétrica.
C) É movido pela força das pessoas.
D) Não serve para passear.

Questão 34. Leia o final do texto:

“Se você já descobriu,
diga logo a solução!”

O efeito de humor e desafio presente na adivinha acontece porque:

A) O texto conta uma história triste.
B) O leitor é convidado a adivinhar a resposta.
C) O autor explica tudo desde o início.
D) O texto não tem resposta.

Gênero textual - Conto

Ajudei meu pai na garagem


Era domingo de manhã quando meu pai abriu a porta da garagem e disse:

— Hoje vou organizar tudo aqui. Quer me ajudar?

Eu gostei da ideia. A garagem era um lugar cheio de caixas, ferramentas e coisas antigas que pareciam guardar histórias. Peguei um pano e comecei a tirar o pó das prateleiras enquanto meu pai separava parafusos, chaves e latas de tinta.

No começo, achei que seria um trabalho chato. Mas logo comecei a encontrar objetos curiosos: uma bola velha, uma bicicleta pequena e até um carrinho que tinha sido do meu pai quando ele era criança.

— Pai, você brincava com isso? — perguntei, surpreso.

Ele riu e respondeu:

— Brincava muito! Na minha época, a gente passava mais tempo na rua do que no celular.

Achei engraçado o jeito dele falar. Era diferente do modo como eu e meus amigos conversamos hoje. Enquanto limpávamos, meu pai contava histórias de quando era pequeno, e eu imaginava tudo como se fosse um filme.

Depois de um tempo, percebi que a garagem já estava bem mais organizada. As ferramentas estavam no lugar, o chão limpo e as caixas empilhadas com cuidado. Meu pai olhou ao redor e sorriu.

— Trabalho em equipe funciona mesmo, hein?

Eu sorri também. Minhas mãos estavam sujas de graxa, mas eu me sentia importante. Não era apenas sobre arrumar a garagem, era sobre passar tempo junto.

Quando terminamos, sentamos na porta da garagem para descansar. O sol estava começando a se pôr, e eu pensei que aquele tinha sido um dos melhores domingos que já tive.

Naquele dia, aprendi que ajudar pode ser divertido e que cada objeto guarda uma história esperando para ser contada.

Questão 35. Leia o início do conto:

“Era domingo de manhã quando meu pai abriu a porta da garagem...”

Esse trecho apresenta quais elementos estruturais do conto?

A) Tempo e espaço da narrativa.
B) Apenas os personagens.
C) Somente o problema da história.
D) Apenas o final do conto.

Questão 36. Observe o trecho:

“— Hoje vou organizar tudo aqui. Quer me ajudar?”

Esse momento do conto representa:

A) O desfecho da história.
B) O início da ação que movimenta a narrativa.
C) A moral do texto.
D) A descrição do cenário final.

Questão 37. Leia o trecho:

“As coisas antigas pareciam guardar histórias.”

O sentido da expressão “guardar histórias” é:

A) Os objetos falavam de verdade.
B) Os objetos tinham lembranças e memórias do passado.
C) A garagem era um lugar secreto.
D) As caixas escondiam livros.

Questão 38. Observe a fala do pai:

“Na minha época, a gente passava mais tempo na rua do que no celular.”

Esse trecho mostra um exemplo de:

A) Linguagem formal usada em livros científicos.
B) Variação linguística, pois mostra um jeito de falar comum do dia a dia.
C) Linguagem poética com rimas.
D) Linguagem antiga sem sentido.

Questão 39. Leia o trecho:

“Não era apenas sobre arrumar a garagem, era sobre passar tempo junto.”

O que podemos entender de forma implícita?

A) O menino não gostou da atividade.
B) O pai queria apenas limpar a garagem.
C) A atividade fortaleceu a relação entre pai e filho.
D) O trabalho foi muito difícil.

Questão 40. Leia o final do conto:

“Naquele dia, aprendi que ajudar pode ser divertido...”

Esse trecho representa:

A) O desenvolvimento da história.
B) A apresentação dos personagens.
C) O desfecho, quando o personagem aprende algo.
D) Uma descrição do lugar.
Gênero textual - Mapa Tátil

Questão 41. Observe o mapa tátil apresentado.

Qual informação pode ser localizada diretamente no texto não verbal (mapa)?

A) Existem espaços identificados como WC masculino e WC feminino.
B) O mapa explica a história do auditório.
C) O mapa mostra horários de funcionamento.
D) O mapa conta como o prédio foi construído.

Questão 42. O mapa tátil é considerado um exemplo de linguagem não verbal porque:

A) Usa apenas desenhos, símbolos e organização espacial para transmitir informações.
B) Apresenta diálogos entre personagens.
C) Conta uma narrativa com começo, meio e fim.
D) Possui apenas frases longas.

Questão 43. Observe a indicação “ENTRADA” presente no mapa.

Qual tipo de frase melhor representa essa indicação?

A) Frase exclamativa.
B) Frase interrogativa.
C) Frase nominal, usada para identificar um local.
D) Frase negativa.

Questão 44. Leia a frase baseada no mapa:

“O mapa tátil mostra caminhos acessíveis.”

Na frase, a combinação correta de substantivo e adjetivo é:

A) MAPA (substantivo) – TÁTIL (adjetivo).
B) MOSTRA (substantivo) – CAMINHOS (adjetivo).
C) ACESSÍVEIS (substantivo) – CAMINHOS (adjetivo).
D) TÁTIL (substantivo) – MAPA (adjetivo).

Questão 45. Observe que o mapa apresenta nomes como “RECEPÇÃO”, “ELEVADOR” e “BEBEDOURO”.

Podemos inferir que a principal finalidade desse gênero textual é:

A) Contar uma história divertida.
B) Ensinar regras gramaticais.
C) Orientar a localização das pessoas em um espaço.
D) Fazer propaganda de um lugar.

Questão 46. Leia a frase construída a partir do mapa:

“O corredor longo leva ao auditório principal.”

Qual alternativa apresenta corretamente a combinação entre substantivo e adjetivo?

A) CORREDOR (substantivo) – LONGO (adjetivo).
B) LEVA (substantivo) – PRINCIPAL (adjetivo).
C) AUDITÓRIO (adjetivo) – PRINCIPAL (substantivo).
D) LONGO (substantivo) – CORREDOR (adjetivo).


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