4º ANO - I BIMESTRE
Poema – Minha vida é uma viagem
A Coruja, o Coelho e a Turma da Floresta
Entre os alunos havia um coelho chamado Léo. Ele era rápido para correr, mas não gostava muito de ouvir os outros. Muitas vezes falava enquanto a professora explicava e ria quando algum amigo errava.
Um dia, Dona Olívia pediu que cada aluno ajudasse o colega a resolver uma atividade. Léo ficou impaciente e disse:
— Eu termino sozinho mais rápido!
Ao tentar fazer tudo sem ajuda, o coelho se confundiu e errou várias respostas. Enquanto isso, os outros animais conversavam com calma e se ajudavam.
Percebendo o que aconteceu, a professora explicou:
— Quem respeita o professor aprende melhor. Quem respeita os amigos nunca caminha sozinho.
Léo abaixou as orelhas e ficou pensativo. Depois, pediu desculpas aos colegas e decidiu ouvir mais e ajudar quando pudesse. Com o tempo, a turma ficou mais unida, e o coelho descobriu que aprender junto era muito mais divertido.
Desde aquele dia, na Escola da Floresta, todos lembravam que o respeito faz o conhecimento crescer, como uma árvore forte que recebe cuidado de muitos lados.
Moral da história: Respeitar professores e amigos torna o aprendizado mais fácil e feliz.
O dia que venci o medo de trovão
Meu nome é Lucas e sempre tive medo de trovão. Quando o céu escurecia e o vento começava a soprar mais forte, meu coração disparava. Eu corria para o quarto, fechava a janela e tapava os ouvidos, esperando tudo passar.
Numa tarde de sábado, eu estava brincando na sala quando ouvi o primeiro barulho forte vindo do céu. As nuvens ficaram cinzas e a chuva começou a cair. Corri para perto da minha avó, que estava sentada na poltrona, tranquila, como se nada estivesse acontecendo.
— Vó, o trovão vai cair aqui? — perguntei, assustado.
Ela sorriu e respondeu com calma:
— O trovão só faz barulho, meu filho. Ele não quer machucar ninguém. É como um tambor anunciando que a chuva chegou.
Fiquei pensando naquilo. Um tambor no céu? Nunca tinha imaginado assim. Mesmo com medo, sentei ao lado dela e tentei escutar a chuva em vez de prestar atenção apenas no barulho forte.
A cada trovão, eu respirava fundo. A avó dizia para contar até cinco e perceber que, depois do som, tudo continuava bem. Aos poucos, minhas mãos pararam de tremer.
Quando a chuva terminou, o céu ficou claro e apareceu um arco-íris pela janela. Senti uma alegria diferente, como se tivesse conquistado algo muito grande.
Naquele dia, descobri que coragem não é não sentir medo, mas enfrentar o medo aos poucos, com ajuda e confiança. Desde então, quando escuto um trovão, ainda me assusto um pouco, mas lembro das palavras da minha avó e sei que sou mais forte do que antes.
Bicicleta no Parque
No parque eu vou passear,
sem gasolina pra gastar.
Tenho duas rodas a girar,
e pedalar é meu jeito de andar.
Um menino disse:
— Vou rápido, sem parar!
A amiga respondeu
que era melhor devagar.
Faço exercício e diversão,
ando leve pelo chão.
Se você já descobriu,
diga logo a solução!
O que é, o que é?
Questão 30. Leia o trecho da adivinha:
A principal finalidade desse gênero textual é:
Questão 31. Leia o trecho:
Esse trecho é exemplo de:
Questão 32. Observe o trecho:
“A amiga respondeu que era melhor devagar.”
Esse exemplo mostra:
Questão 33. Leia o verso:
“Sem gasolina pra gastar.”
Podemos inferir que o texto fala de algo que:
Questão 34. Leia o final do texto:
O efeito de humor e desafio presente na adivinha acontece porque:
Ajudei meu pai na garagem
Era domingo de manhã quando meu pai abriu a porta da garagem e disse:
— Hoje vou organizar tudo aqui. Quer me ajudar?
Eu gostei da ideia. A garagem era um lugar cheio de caixas, ferramentas e coisas antigas que pareciam guardar histórias. Peguei um pano e comecei a tirar o pó das prateleiras enquanto meu pai separava parafusos, chaves e latas de tinta.
No começo, achei que seria um trabalho chato. Mas logo comecei a encontrar objetos curiosos: uma bola velha, uma bicicleta pequena e até um carrinho que tinha sido do meu pai quando ele era criança.
— Pai, você brincava com isso? — perguntei, surpreso.
Ele riu e respondeu:
— Brincava muito! Na minha época, a gente passava mais tempo na rua do que no celular.
Achei engraçado o jeito dele falar. Era diferente do modo como eu e meus amigos conversamos hoje. Enquanto limpávamos, meu pai contava histórias de quando era pequeno, e eu imaginava tudo como se fosse um filme.
Depois de um tempo, percebi que a garagem já estava bem mais organizada. As ferramentas estavam no lugar, o chão limpo e as caixas empilhadas com cuidado. Meu pai olhou ao redor e sorriu.
— Trabalho em equipe funciona mesmo, hein?
Eu sorri também. Minhas mãos estavam sujas de graxa, mas eu me sentia importante. Não era apenas sobre arrumar a garagem, era sobre passar tempo junto.
Quando terminamos, sentamos na porta da garagem para descansar. O sol estava começando a se pôr, e eu pensei que aquele tinha sido um dos melhores domingos que já tive.
Naquele dia, aprendi que ajudar pode ser divertido e que cada objeto guarda uma história esperando para ser contada.
Questão 35. Leia o início do conto:
“Era domingo de manhã quando meu pai abriu a porta da garagem...”
Esse trecho apresenta quais elementos estruturais do conto?
A) Tempo e espaço da narrativa.
B) Apenas os personagens.
C) Somente o problema da história.
D) Apenas o final do conto.
Questão 36. Observe o trecho:
“— Hoje vou organizar tudo aqui. Quer me ajudar?”
Esse momento do conto representa:
A) O desfecho da história.
B) O início da ação que movimenta a narrativa.
C) A moral do texto.
D) A descrição do cenário final.
Questão 37. Leia o trecho:
“As coisas antigas pareciam guardar histórias.”
O sentido da expressão “guardar histórias” é:
A) Os objetos falavam de verdade.
B) Os objetos tinham lembranças e memórias do passado.
C) A garagem era um lugar secreto.
D) As caixas escondiam livros.
Questão 38. Observe a fala do pai:
“Na minha época, a gente passava mais tempo na rua do que no celular.”
Esse trecho mostra um exemplo de:
A) Linguagem formal usada em livros científicos.
B) Variação linguística, pois mostra um jeito de falar comum do dia a dia.
C) Linguagem poética com rimas.
D) Linguagem antiga sem sentido.
Questão 39. Leia o trecho:
“Não era apenas sobre arrumar a garagem, era sobre passar tempo junto.”
O que podemos entender de forma implícita?
A) O menino não gostou da atividade.
B) O pai queria apenas limpar a garagem.
C) A atividade fortaleceu a relação entre pai e filho.
D) O trabalho foi muito difícil.
Questão 40. Leia o final do conto:
“Naquele dia, aprendi que ajudar pode ser divertido...”
Esse trecho representa:
Questão 41. Observe o mapa tátil apresentado.
Qual informação pode ser localizada diretamente no texto não verbal (mapa)?
A) Existem espaços identificados como WC masculino e WC feminino.
B) O mapa explica a história do auditório.
C) O mapa mostra horários de funcionamento.
D) O mapa conta como o prédio foi construído.
Questão 42. O mapa tátil é considerado um exemplo de linguagem não verbal porque:
A) Usa apenas desenhos, símbolos e organização espacial para transmitir informações.
B) Apresenta diálogos entre personagens.
C) Conta uma narrativa com começo, meio e fim.
D) Possui apenas frases longas.
Questão 43. Observe a indicação “ENTRADA” presente no mapa.
Qual tipo de frase melhor representa essa indicação?
A) Frase exclamativa.
B) Frase interrogativa.
C) Frase nominal, usada para identificar um local.
D) Frase negativa.
Questão 44. Leia a frase baseada no mapa:
“O mapa tátil mostra caminhos acessíveis.”
Na frase, a combinação correta de substantivo e adjetivo é:
A) MAPA (substantivo) – TÁTIL (adjetivo).
B) MOSTRA (substantivo) – CAMINHOS (adjetivo).
C) ACESSÍVEIS (substantivo) – CAMINHOS (adjetivo).
D) TÁTIL (substantivo) – MAPA (adjetivo).
Questão 45. Observe que o mapa apresenta nomes como “RECEPÇÃO”, “ELEVADOR” e “BEBEDOURO”.
Podemos inferir que a principal finalidade desse gênero textual é:
A) Contar uma história divertida.
B) Ensinar regras gramaticais.
C) Orientar a localização das pessoas em um espaço.
D) Fazer propaganda de um lugar.
Questão 46. Leia a frase construída a partir do mapa:
“O corredor longo leva ao auditório principal.”
Qual alternativa apresenta corretamente a combinação entre substantivo e adjetivo?
A) CORREDOR (substantivo) – LONGO (adjetivo).
B) LEVA (substantivo) – PRINCIPAL (adjetivo).
C) AUDITÓRIO (adjetivo) – PRINCIPAL (substantivo).
D) LONGO (substantivo) – CORREDOR (adjetivo).







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